segunda-feira, 22 de setembro de 2008
sexta-feira, 19 de setembro de 2008
Jogos Escolares da Bahia começam dia 19
O diretor Geral da Sudesb, Raimundo Nonato Tavares da Silva, o Bobô, anuncia a participação de mais de 130 escolas da capital e do interior, envolvendo alunos das redes públicas e particulares, em quatro modalidades (basquete, futsal, handebol e voleibol) e duas categorias: de 12 a 14 anos e de 15 a 17 anos.
“Os zonais do Interior serão iniciados em junho, nas cidades de São Félix, Senhor do Bomfim, Lençóis, Teixeira de Freitas e Caetité, enquanto de 5 a 9 de setembro acontecem as finais da competição entre os campeões dos zonais”, afirmou.
Os vencedores dos Jogos Escolares da Bahia 2007 vão representar a Bahia na etapa nacional. Os da categoria de 12 a 14 anos em Poços de Caldas (Minas Gerais) e os de 15 a 17 anos, em João Pessoa, (Paraíba).
Estes jogos serão disputados, em períodos diferentes e com datas ainda a serem confirmadas, conforme informou Ari Souza, coordenador de Apoio ao Esporte da Sudesb.
terça-feira, 16 de setembro de 2008
HOMEM MORRE E FAMÍLIA O DEIXA EM CASA, DE PÉ
fonte;magalnet
segunda-feira, 15 de setembro de 2008
Perguntas & Respostas
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| 1. Por que as bolsas de valores vêm caindo em todo o mundo? Os principais mercados de ações do planeta estão sofrendo os efeitos de um problema ocorrido no mercado imobiliário dos Estados Unidos. A descoberta de que alguns americanos não estão pagando as prestações dos financiamentos de suas casas espalhou pânico entre investidores em todo o mundo – muitos fundos de investimento possuem parte de seus papéis lastreados nestes financiamentos. Como um segmento da população não consegue pagar as suas parcelas, criou-se um temor de que os americanos possam também diminuir o seu ritmo de consumo. Este medo de retração da economia dos EUA, aliado à suspeita da existência de papéis “contaminados” nos fundos de investimentos, fez com que muitos investidores vendessem as ações que possuíam. Quando há muita gente querendo vender, o preço das ações cai. O conjunto do das ações em queda derrubou a cotação das bolsas de valores. |
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| 2. O que há de errado com o mercado imobiliário dos EUA? Os seguidos anos de crescimento econômico fizeram com que os bancos e instituições financeiras americanas abrissem a carteira para todo tipo de gente e empresas. Empréstimos foram concedidos até a pessoas em má situação financeira (no setor imobiliário, o crédito às famílias de baixa renda chama-se subprime). Como os juros eram extremamente baixos, muitos americanos financiaram ou refinanciaram o pagamento de alguns bens – especialmente o dos imóveis. Depois, porém, não conseguiram cumprir os compromissos. Embora a taxa de inadimplência não tenha aumentado significativamente, o temor de um calote em massa contaminou o mercado financeiro. |
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| 3. Como esses problemas influenciam as bolsas mundiais? Nos últimos anos, os bancos que emprestaram dinheiro para o financiamento imobiliário nos Estados Unidos “empacotaram” boa parte das hipotecas americanas em novos produtos financeiros que foram revendidos a muitos fundos de investimentos em todo o mundo. Como os juros estavam baixos na Europa e no Japão, esses fundos, que ofereciam retornos maiores, tornaram-se atraentes para os pequenos e grandes investidores. Criou-se uma pirâmide de investimentos de cerca de 1 trilhão de dólares por meio da qual a poupança de milhões de empresas e aposentados, europeus e japoneses, foi usada para financiar a construção e a compra de casas nos EUA. Embora tenham sido vendidas como aplicações extremamente seguras, na prática não era bem assim – muitos americanos não cumpriram seus compromissos e o dinheiro nunca chegou aos fundos como era previsto. Quando alguns destes fundos de investimento tentaram se desfazer das hipotecas americanas na esperança de passar adiante o mico do risco, não conseguiram e perderam dinheiro. Tiveram então que vender ações até de empresas saudáveis para se recuperar – isso derrubou as bolsas do planeta. |
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| 4. Qual é a real extensão desta crise? Ainda não se sabe ao certo. Embora mantidas inicialmente no terreno do mercado financeiro, as turbulências já batem na chamada economia real. Algumas empresas americanas começaram a mostrar números decepcionantes, caso das varejistas Wal-Mart e Home Depot, espécies de termômetros do consumo local. Em agosto de 2007, os EUA cortaram 4.000 postos de trabalho – primeira queda do nível de emprego do país desde 2003. O maior risco de a crise extrapolar o mundo das finanças e atingir a economia real está na retração do crédito. Devido à incerteza sobre o futuro da economia global, instituições financeiras americanas reduziram sua tolerância em relação a empréstimos arriscados – não apenas no setor imobiliário. Essa postura reduziu o fluxo de dinheiro que irriga o caixa das empresas. Crédito é um dos principais motores da economia – empresas e negócios surgem e crescem num cenário onde têm acesso a empréstimos para viabilizar seus negócios. As dificuldades no crédito devem comprometer o bom momento atravessado pela economia mundial. |
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| 5. No que ela difere de turbulências globais anteriores? Mais do que qualquer outra crise anterior, esta traz consigo características cuja existência só foi possível graças ao aprofundamento do processo de globalização da economia. Por meio de inovações recentes, bancos e instituições financeiras pulverizaram os riscos de prejuízos e lubrificaram o mercado. Pegue-se o exemplo do setor de imóveis dos Estados Unidos. Para não arcarem sozinhos com o risco de calote nos empréstimos que fizeram a consumidores americanos de segunda linha, os bancos fracionaram e empacotaram o crédito referente a esses empréstimos em títulos, repassados a milhares de fundos de investimento. A lógica é a seguinte: se os consumidores americanos pagarem suas hipotecas, os lucros serão dispersados entre todos os que compraram esses títulos; se houver calote generalizado, o prejuízo será socializado. O problema é que, ao dissiparem os riscos, esses mecanismos também aceleram e aumentam o alcance das fases de turbulência. Como ninguém consegue saber quem está saudável e quem comprou títulos podres, a desconfiança se espalha e paralisa inúmeras negociações. |
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| 6. Os bancos centrais devem agir para conter a crise? Sim, e sem muita demora. Um dos mais importantes estudos econômicos do século XX, de autoria dos americanos Milton Friedman e Anna Schwartz, concluiu que a quebra da Bolsa de Nova York de 1929 e a depressão que se seguiu durante os anos 30 foram precipitadas pela decisão do Federal Reserve (Fed, o banco central americano) de estrangular o crédito, elevando os juros e diminuindo a quantidade de dinheiro em circulação. Sem moeda na praça, e sem a possibilidade de fazer empréstimos junto aos bancos, inúmeras empresas foram à falência, e a economia dos Estados Unidos retraiu dramaticamente. Desde a publicação do estudo, BCs em todo o mundo têm agido de forma mais enérgica para tentar socorrer seus respectivos mercados antes de um colapso generalizado. |
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| 7. E o que eles têm feito para afastar essa ameaça? Os bancos centrais têm atuado na linha de frente para conter o avanço da atual crise financeira. Em setembro de 2007, o Fed mostrou que aprendera a lição do crash de 29: cortou os juros nos Estados Unidos em 0,5 ponto porcentual, depois de 4 anos sem mexer na taxa. A decisão pretendia estimular novos pedidos de empréstimos e conter parte da retração no crédito. Antes disso, porém, o Fed, o Banco Central Europeu e o Banco do Japão despejaram juntos quase 500 bilhões de dólares no mercado, para socorrer bancos e conter a escassez de dinheiro. É, de longe, a maior cifra do gênero na história - após os ataques de 11 de setembro de 2001, o aporte foi de 230 bilhões. Diante da persistência da crise, porém, as medidas não tiveram o efeito desejado. Por isso, o Fed voltou a reduzir os juros em meados de janeiro de 2008. Desta vez, o corte foi de 0,75 ponto porcentual - o maior desde outubro de 1984. |
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| 8. E o governo americano, como reagiu à crise? Após meses de turbulência, o presidente George W. Bush finalmente anunciou, no início de 2008, as linhas gerais de um pacote para salvar a economia americana de uma possível retração no crescimento. O plano de 140 bilhões de dólares, que precisa de apreciação do Congresso, foi avaliado em 1% do PIB. O objetivo do governo é diminuir impostos para consumidores e garantir incentivos fiscais para empresas americanas. Dessa forma, calculou a Casa Branca, os Estados Unidos escapariam da recessão - trazendo ainda benefícios para todo o planeta. |
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| 9. Quais são os efeitos sofridos pelo Brasil? Por estar cada vez mais inserido no contexto da economia global, o Brasil não sairá ileso desta crise. Os primeiros efeitos já foram sentidos no mercado de ações. Para estancarem os prejuízos decorrentes da crise, investidores estrangeiros venderam papéis não só nos Estados Unidos e na Europa, mas também em mercados emergentes, como o Brasil. A fuga do dinheiro externo explica os dias de forte queda da Bolsa de Valores de São Paulo. A médio prazo, o crescimento da economia brasileira pode sofrer o baque de uma eventual retração global, o que manteria o aumento do PIB na mediocridade atual por mais tempo. A desaceleração mundial derrubaria o preço das commodities e afetaria diretamente a economia brasileira, que tem, na exportação desses produtos básicos, sua maior fonte de renda externa. Além disso, se o dólar subir demais, a baixa inflação brasileira pode ficar comprometida, já que uma série de produtos, a maioria importados, têm seu preço baseado na moeda americana. Para conter a inflação, o Banco Central pode interromper a queda na taxa de juros e ameaçar ainda mais o crescimento do país – juros altos desestimulam os empréstimos que fazem a economia andar. De todos esses cenários possíveis, o único que parece provável é o atraso da promoção do Brasil ao chamado grau de investimento, categoria que indica os países com baixa propensão ao calote. |
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| 10. Por que o país não corre tantos riscos desta vez? Durante os anos 90, o Brasil atravessou, aos trancos e barrancos, as crises nos mercados financeiros do México (94), da Ásia (97), e da Rússia (98), e sucumbiu ao ataque especulativo contra o real, no início de 1999, desvalorizando a moeda. Nesta última ocasião, o país tinha reservas de apenas 35 bilhões de dólares – no auge da crise, o mercado brasileiro perdia 1 bilhão por dia. Desta vez, o cenário é bem diferente: o país tem dólares de sobra e o drama da dívida externa faz parte do passado. Segundo o Banco Central, o Brasil tem quase 160 bilhões de dólares de reserva que podem ser injetados no mercado para conter a fuga de capitais. O país, portanto, não vai quebrar. |
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| 11. Por que o dólar sobe quando a bolsa cai? De forma simplificada, o que acontece é o seguinte: quando o mercado de ações passa por um período de instabilidade, o valor dos papéis sobe e desce imprevisivelmente. Como não sabem se a cotação das ações que possuem vai subir ou descer, os investidores preferem comprar dólares e desfazer-se dos papéis. O dólar é um investimento muito mais seguro, já que a moeda americana não tem a mesma chance de se desvalorizar do que as ações de uma empresa – que pode, por exemplo, falir e causar prejuízos enormes. Quando os investidores tiram dinheiro da bolsa – o que provoca sua queda – muitos correm para comprar dólares. A alta procura eleva a cotação da moeda americana. |
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| 12. É possível uma nova onda de desemprego? Ondas de desemprego estão normalmente associadas a cenários de recessão econômica mais graves, quando o nível de produção cai e as empresas costumam dispensar parte de sua mão de obra para diminuir os prejuízos. Pelo menos por enquanto, não é caso desta crise. Mesmo que a economia dos Estados Unidos venha a se retrair como prevêem os analistas – o que com certeza provocará uma redução do crescimento brasileiro – a situação no país é estável, e as variações na taxa de desemprego devem continuar leves, para cima e para baixo. |
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| 13. É seguro investir em ações nesse período? Sim. Diante da crise, os analistas não se arriscam a prever uma data para o fim da oscilação das bolsas, embora muitos apostem que ela se estenderá por boa parte de 2008. Isso não significa, no entanto, que a bolsa transformou-se da noite para o dia em território restrito a grandes jogadores e alguns poucos entendidos, como já foi um dia. Mesmo com as turbulências, segue sendo seguro investir no mercado de ações - mas, mais do que nunca, deve se esperar retorno a longo prazo, quando os efeitos mais graves da crise já tiverem passado e o mercado recuperar a tendência de alta. Em 2007, mesmo com momentos de fortes perdas, o índice Bovespa, principal da Bolsa de Valores de São Paulo, registrou valorização de 43,6%. No futuro próximo, a turbulência pode reduzir um pouco esses ganhos - mas eles deverão se manter acima de outros investimentos. Outro argumento dos analistas para manter os investimentos: a bolsa brasileira está barata em termos internacionais. |
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| Toda crise econômica populariza termos e expressões PRIME SUBPRIME MORTGAGE SUBPRIME MORTGAGES EMPRÉSTIMOS NINJA CDOs (Collateralized Debt Obligations) FUNDOS HEDGE CREDIT CRUNCH |
domingo, 14 de setembro de 2008
Compressor explode e mata borracheiro em Caetité
Segundo informações, Ronaldo foi desligar a maquina, pois a mesma estava sem a válvula de desligamento automático, momento em que ocorreu a explosão, causando-lhe morte instantânea. O impacto foi tão grande que dilacerou o corpo do borracheiro e a explosão foi ouvida numa distancia considerável.
No pronto de Caetité foi feito exame cadavérico, para emissão do laudo.
Não se sabe, se será feita uma perícia, pois há informações de que o compressor causador da tragédia tem mais de 20 anos de uso, enquanto o aconselhável é no Maximo 5 e a válvula que poderia ter evitado o acidente custa menos de R$ 20,00
quinta-feira, 11 de setembro de 2008
TRÊS PASTORES SÃO FLAGRADOS PELA POLÍCIA MINEIRA COMPRANDO CRACK
Três pastores evangélicos foram presos em flagrante, pela PM, comprando crack, numa "boca-de-fumo". Os pastores estavam numa BMW, e o que dirigia é inabilitado. A prisão aconteceu de madrugada, durante ronda da PM, num bairro de Coronel Fabriciano, a 575 quilômetros de Montes Claros. De acordo com os policiais, três dos quatro acusados afirmaram serem pastores da igreja "Deus é Amor" das cidades de Açucena, Nanuque e Santana do Paraíso, no Vale do Rio Doce. O quarto acusado seria o traficante que vendeu a droga. No carro de luxo dos pastores, foram encontradas 10 pedras de crack, 270 reais em dinheiro e vinte mil em guaranis, moeda paraguaia. Os pastores foram indiciados por uso de droga, mas responderão o processo em liberdade. O traficante ficou preso.
ASSALTO EM PLENA LUZ DO DIA PRATICADO POR MOTOQUEIROS NO VOMITAMEL.
terça-feira, 9 de setembro de 2008
ACIDENTE MATA CANDIDATO A PREFEITO DE CIDADE BAIANA
O acidente ocorreu na noite de sábado (6), no km-737 da BR-242, quando, segundo a Polícia Rodoviária Federal (PRF), o motorista da carreta bateu no ônibus após cair em um buraco e perder o controle do veículo.
Os passageiros do ônibus Adenizar Delgado das Chagas, 56 anos, vice prefeito da cidade de Wanderley, a 885 km de Salvador e candidato a prefeito pelo partido dos trabalhadores, e Durvalina Pereira de Santana, 67 anos, morreram na hora. O motorista da carreta, Marcos Samuel Pereira, 34 anos, teve lesões graves.
Vinte pessoas estavam no ônibus que fazia a linha Wanderley-Goiânia. O condutor do veículo da Novo Horizonte teve lesões leves
Finais dos Jogos Abertos começam na quinta

Na próxima quinta-feira (11) começam as finais dos Jogos Abertos do Interior, edição 2008. Estão confirmados como sedes das disputas os municípios de Lauro de Freitas, Camaçari e Salvador.
Noventa cidades prestigiaram os nove Zonais/Classificatórios já realizados, além de mais de 5 mil atletas, que disputaram 497 jogos.
Agora, de forma inédita, vão participar da etapa final os 40 municípios classificados nas modalidades de Basquete, Futsal, Handebol e Voleibol. Além dessas equipes coletivas, também estarão em ação os atletas das modalidades individuais (Atletismo, Ginástica Rítmica, Judô e Natação).
Nas finais, estarão se enfrentando as equipes campeãs e algumas convidadas que conquistaram a condição de finalistas. As disputas de Futsal, Voleibol, Ginástica Rítmica e Atletismo serão em Camaçari. As de Basquete, Handebol e Judô, em Lauro de Freitas. A natação, na Piscina da Vila Olímpica da Fonte Nova, em Salvador.
sexta-feira, 5 de setembro de 2008
Velório de Waldick Soriano reúne fãs e familiares
Com 20 minutos de atraso, o corpo do cantor baiano Waldick Soriano chegou às 18h20 desta quinta-feira (4) à Câmara Municipal dos Vereadores do Rio de Janeiro, na Cinelândia, no Centro da cidade. O músico morreu aos 75 anos de câncer, por volta das 5h30 desta quinta, no Instituto Nacional do Câncer (Inca), onde estava internado desde o fim de semana.
Os fãs poderão prestar uma última homenagem ao cantor na sexta-feira (5), a partir das 7h. O enterro, segundo a filha dele, Walquíria, deverá ser realizado na sexta-feira (5), às 14h, no Cemitério do Caju, na Zona Portuária.
Cerca de cem pessoas, entre fãs, amigos e familiares se despediram do músico, conhecido por suas canções românticas. Mas o legado de Waldick Soriano não fica só na cultura. É o que garante Oneida Di Loretto, de 54 anos, filha adotiva do músico, que diz ter aprendido muito com o pai e que sua vida profissional é dedicada a ele.
“Meu pai foi um grande homem, muito mais do que aparentava ser diante das câmeras. Foi graças a ele que eu construí a minha vida e que consegui traçar o meu futuro. Se não fosse por ele, eu poderia estar nas ruas, embaixo de marquises. Com ele aprendi a trabalhar, a respeitar e a valorizar a vida”, disse a filha.
Desde cedo, muitos fãs já faziam fila do lado de fora da Câmara para darem o último adeus ao artista. Um deles era o aposentado Maury Alves Barrios, de 70 anos. Segundo ele, a admiração por Waldick Soriano começou ainda na juventude.
“As músicas do Waldick foram a trilha sonora da minha vida. O seu romantismo e sua humildade sempre foram os pontos fortes de seu trabalho. O Brasil perde hoje um grande nome da Música Popular Brasileira. Tenho certeza que, de onde ele está, vai estar nos brindando com suas canções todos os dias”, declarou o fã.
Presos usam sabão durante tentativa de fuga
Os detentos estavam ocultando os buracos, abertos na laje, com sabão, massa de pão e restos de alimentos. Segundo o delegado Joaquim José Pereira de Souza, coordenador da 9ª Coorpin, seis detentos, considerados mentores do plano foram transferidos para o Conjunto Penal de Jequié.
O plano começou a ser executado durante a noite, quando os detentos que ocupavam o Anexo II serraram as grades do teto do pátio central da carceragem. Em seguida, quebraram uma laje de concreto, mas a intensa movimentação no xadrez chamou a atenção dos agentes de plantão e o plano acabou sendo descoberto.
Atualmente, a carceragem do Complexo de Jequié é ocupada por 88 presos, entre homicidas, assaltantes, estelionatários e autores de outros tipos de delitos. Peritos do Departamento Polícia Técnica (DPT) fizeram a perícia do local.
quarta-feira, 3 de setembro de 2008
EM CANDIBA: ACIDENTE MATA MOTOCICLISTA QUE PARTICIPAVA DE CARREATA
Grupo londrino vai investir no Vale do Iuiu
segunda-feira, 1 de setembro de 2008
Enem 2008 Preservação da Floresta Amazônica é tema de redação
Medidas que podem ser adotadas para a preservação da máquina de chuva, a floresta Amazônica, foi o tema da redação do Exame Nacional do Ensino Médio, o Enem 2008. Foram sugeridas três ações para manter essa máquina de chuva funcionando. O candidato deveria escolher somente uma das ações sugeridas e redigir um texto dissertativo.
As ações propostas foram a suspensão completa e imediata do desmatamento na Amazônia até a identificação de áreas exploráveis de maneira sustentável; o pagamento a proprietários de terras para que deixem de desmatar a floresta, utilizando-se recursos financeiros internacionais; o aumento da fiscalização e a aplicação de pesadas multas àqueles que promoverem desmatamentos não-autorizados. O participante deveria ressaltar as possibilidades e as limitações da ação escolhida.
Nos anos anteriores, as propostas de redação abordaram temas diversos. Energia e meio ambiente foram os mais lembrados nesses dez anos de Enem. De 1998 até 2007, os temas explorados foram Cidadania e economia (1998); Energia e meio ambiente (1999); Transformação de energia e água (2000); Preservação ambiental (2001); Consciência política e ambiental (2002); Violência urbana e ambiental (2003); A importância da informação e da liberdade de expressão (2004); Exploração humana e ambiental (2005); Importância da compreensão textual e energia (2006); e Discussão das diferenças (diversidade) e energia alternativa (2007).
Além da redação, os alunos devem responder a 63 questões objetivas de múltipla escolha, que abrangem várias áreas de conhecimento. O estudante tem cinco horas para a realização do exame.sexta-feira, 29 de agosto de 2008
CONFIRA DICAS PARA SE DAR BEM NO ENEM
Os simulados preparam os alunos para o exame. "São 63 questões mais a redação e isso em cinco horas de prova", diz Johner Dornelles, estudante. Um professor aconselha começar pelas questões das disciplinas que o aluno tem mais facilidade e dedicar uma hora, no mínimo, à redação e nada de começar por ela.
"Se alguns elementos cobrados na redação estavam expostos nos textos dos enunciados das questões ele vai ter inclusive um problema pra poder terminar a prova num tempo hábil, porque ele vai inevitavelmente tentar refazer a redação", diz Marcos Ragazzi, coordenador pedagógico.
Associar idéias
Nessa reta final os professores não aconselham perder horas tentando decorar o conteúdo das matérias do ensino médio. Nas provas do Enem não é exigido, por exemplo, saber fórmulas de cor. O que aluno precisa ter é a capacidade de associar idéias pra resolver os problemas. "Os próprios enunciados trazem informações que levarão o aluno a obter a resposta final", diz Newton Miranda, professor de história. Estar em dia com as notícias também ajuda bastante. Palavra da dona da maior nota do último Enem. "Eles pegam algum problema de saúde, por exemplo, que afeta a população brasileira e eles podem cobrar também alguma solução que você daria aquele problema", diz a estudante Luiza Castro. Além da prova vale também lembrar de algumas questões importantes. Chegar ao local do exame pelo menos uma hora antes, levar o documento de identidade com foto, comprovante de inscrição, caneta com tinta preta, lápis número 2 e borracha e não cometer exageros até o domingo. "É importante descansar antes pra não chegar no dia e ter algum problema emocional, psicológico e até físico", diz Taila Gomes Santos, estudante.
fonte;magalnet
Wagner deve se manter afastado da campanha
como se dar ben mo enem
O primeiro passo para se dar bem no ENEM é manter-se informado de tudo que acontece no mundo e principalmente no Brasil, ficar por dentro dos assuntos mais polemicos e de maior repercussão no pais ler jornais,revistas,etc e saber interpretar e essencial, pois a resposta da questão na maioria das vezes esta na pergunta e ter uma noção básica do que é redação, pois a redação e que mais pesa na prova.
segunda-feira, 25 de agosto de 2008
Revista Eclésia: Catástrofes causadas pelo aquecimento global apavoram a humanidade e tornam vivas as profecias bíblicas sobre o futuro do mundo.
Os gigantescos blocos de gelo que se desprendem na Antártica e no Ártico impressionam qualquer um. Eles são apenas o efeito mais visível de um fenômeno que também tem provocado tornados e furações devastadores na América do Norte, ondas de forte calor na Europa, secas rigorosas na África, inundações na Ásia e invernos rigorosíssimos no Hemisfério Norte. Sem falar nas epidemias, catástrofes naturais e extinção de espécies animais e vegetais que têm ocorrido como nunca nas últimas décadas. Aquilo que antes estava restrito a filmes de ficção científica ou às profecias bíblicas de Daniel e do Apocalipse, agora está em todos os noticiários – o mundo parece em convulsão. Nem os cientistas mais céticos se arriscam a colocar em dúvida a realidade do aquecimento global, processo provocado pela ação humana e que pode levar à extinção da vida no planeta que, um dia, foi chamado de azul pelo cosmonauta soviético Yuri Gagarin. Apesar das divergências sobre o tamanho e extensão do impacto da tragédia, cada vez mais gente acredita que se tratam dos “sinais dos tempos”, os acontecimentos preditos por Jesus Cristo nos evangelhos e que antecederiam sua volta. Tanto da parte da ciência moderna quanto da teologia, que tantas vezes são como água e óleo, a certeza é uma só: as coisas ainda vão piorar muito.
Quem tiver dúvidas a respeito das mudanças no clima do planeta e suas terríveis conseqüências deve olhar para os pólos da Terra. Longe de serem o produto de modelos engendrados em computador, lá os efeitos da destruição dos ecossistemas são visíveis. Coberta por uma grossa calota de gelo há pelo menos dez mil anos, desde a última glaciação, já se registra na Antártica a enorme formação de áreas verdes na antiga imensidão branca, mostrando o tempo cada vez mais quente e o conseqüente derretimento. Já no Ártico, o ritmo da elevação da temperatura na atmosfera é o dobro da média global. Previsões mais conservadoras dão conta de que a calota gelada no extremo norte da Terra, fundamental para a manutenção da temperatura no planeta, deve desaparecer totalmente durante o verão a partir de 2060. Isso pode significar muito mais do que extinção de espécies como os ursos polares, que não terão mais a área de mar congelado para caçar, ou a necessidade de esquimós usarem freezer para armazenar carne, como já começa a ser visto. O que vem ocorrendo nas regiões polares tem repercussão direta no equilíbrio climático em todo o mundo. Devido às baixas temperaturas, os pólos ajudam a manter o clima global ameno, alimentando as correntes marítimas, resfriando as massas de ar e devolvendo ao espaço a maior parte da energia solar que recebem, graças às vastas superfícies brancas. Se as previsões se concretizarem, somente no Oceano Ártico, as temperaturas ficarão 12 graus centígrados mais quentes em poucos anos. Isso será sentido em toda parte do mundo, gerando cataclismos inimagináveis, inclusive a inundação de regiões costeiras com o aumento do nível dos oceanos. Num cenário pavoroso, cidades como Nova Iorque e Rio de Janeiro deixariam de existir, e países inteiros, como a Holanda, seriam literalmente riscados do mapa.
Mais de 60 nações, entre elas o Brasil, estão mobilizando 10 mil cientistas e investindo 1,5 bilhão de dólares em 228 projetos de pesquisa no Ártico e na Antártica. O pano de fundo é mesmo o aquecimento global, mas, entre outras coisas, pretendem calcular a quantidade de gelo que será derramada no mar nas próximas décadas devido ao degelo de regiões como a Groenlândia. “Os pólos estão dando seu alerta. Se todo esse gelo derreter, o nível dos mares poderá subir sete metros. Muitas cidades litorâneas serão inundadas e destruídas”, confirma o pastor e jornalista Antônio Mesquita, da Assembléia de Deus, que pesquisa o assunto. Mas isso não é tudo. Com a salinidade do mar diluída pelas águas doces, correntes se enfraqueceriam e haveria um rompimento brutal do clima do planeta. Seria possível encontrar icebergs no litoral inglês e o inverno na Europa seria um pesadelo.
Esse, aliás, é um dos paradoxos do fenômeno: apesar do Painel Intergovernamental de Mudanças Climáticas (IPCC, na sigla em inglês) da ONU falar em aumento da temperatura média no mundo em 5 graus, o que se verão serão invernos mais frios e verões mais quentes. “As temperaturas variarão nos extremos. Em alguns lugares onde o frio é intenso se verá um clima africano. Noutros, já quentes, será insuportável viver por causa do calor. Multidões fugirão ou morrerão sem água”, adverte Mesquita. Se tudo isso se confirmar, o Brasil será duramente atingido. Em menos de 50 anos, a Amazônia seria transformada em um tipo de savana ou cerrado, e os habitantes do sertão nordestino, região já quente e seca, seriam forçados a migrar em massa, desencadeando tragédias sociais de conseqüências imprevisíveis.
Sufocante
Catastrófico ou não, o fato é que esse cenário já começa a se desenhar no horizonte. Causado pelo aumento dos gases do efeito estufa na atmosfera, principalmente do dióxido de carbono, o processo de aumento da temperatura mundial é comprovado por medições precisas feitas pelos mais modernos satélites e sondas. Esses gases formam uma espécie de cobertor em torno do planeta, impedindo que a radiação solar, refletida pela superfície na forma de calor, volte para o espaço. O efeito estufa, muita gente não sabe, é um fenômeno natural normal, que acontece desde que o mundo é mundo. Sem ele, as condições de temperatura e clima na Terra não permitiriam a existência de vida. Porém, o que se vê agora é outra coisa: graças à ação humana, a situação se tornou – com trocadilho – sufocante.
O acúmulo de gases foi intensificado a partir da Revolução Industrial, no século 18. Por causa da intensa atividade fabril, a temperatura já subiu, em média, quase 1 grau nos últimos 100 anos. Não tem jeito: para haver desenvolvimento e crescimento econômico, é preciso gerar mais energia. E esse ciclo vicioso só tende a piorar com a explosão populacional. A cada segundo, quatro crianças nascem no mundo, o que dá um total de 250 por minuto e 130 milhões por ano. Enquanto isso, outras 100 pessoas morrem a cada minuto, o que dá 50 milhões por ano. A conta resulta num aumento estimado de 80 milhões de novos seres humano anualmente. Pela fria lógica dos números, a humanidade será composta, daqui a vinte anos, por 8 bilhões de indivíduos. Se países como China e Índia, os dois mais populosos, continuarem elevando seus padrões de consumo a grandes áreas que antes serviam à agricultura se tornarem desérticas, será impossível produzir alimentos para todos. Isso sem falar na escassez de água potável, um drama anunciado desse século 21.
Citando o capítulo seis de Gênesis, Antônio Mesquita, que também dirige o departamento de jornalismo da Casa Publicadora das Assembléias de Deus (CPAD) e é autor do livro Fronteira final, no qual analisa vários desses “sinais”, não têm dúvidas do motivo de tantas calamidades: “Antes da humanidade ser destruída pelo Dilúvio, Deus confirmou que a causa era a maldade do homem, que se multiplicou sobre o mundo de então. Com tudo que estamos vendo, não é difícil acreditar que são sinais do final dos tempos. A análise de tudo à luz da Palavra de Deus nos leva a essa conclusão”, destaca.
Uma das passagens bíblicas mais citadas quando se trata de escatologia é o capítulo 21 do Evangelho de Lucas. Ali, Jesus fala em grandes terremotos, pestilências, fome e outros eventos terríveis ocorrendo ao mesmo tempo em diversas partes do mundo. Pode ser mera coincidência, mas nunca houve a soma de tantos deles como nesses últimos tempos. De acordo com uma pesquisa feita pela BBC em 27 países, no ano de 2005 os eventos considerados mais significativos foram catástrofes. Naquele período, ocorreram 360 desastres naturais – e 259 deles podem ser considerados diretamente ligados ao aquecimento global. Segundo historiadores, não há comparação com o que acontecia no passado. No século 19, só para ter uma idéia, não havia mais de meia dúzia de episódios do gênero a cada ano. Enquanto isso, num único ano recente, o mundo experimentou 168 inundações, setenta tornados e furacões e duas dezenas de secas. A vida de 154 milhões de pessoas foi diretamente afetada.
Entre tantas catástrofes nos últimos tempos, algumas ficaram mais fortemente marcadas. Quem não se lembra do tsunami na Ásia, no fim de 2004, que deixou um saldo de cerca de 300 mil mortos? Ou do furacão Katrina, que devastou a cidade de Nova Orleans, na mais próspera nação do mundo, os Estados Unidos da América? Isso, para não falar em recentes terremotos na China e no Paquistão – países duramente castigados também por enchentes, ciclones e tempestades –, maremotos na Nova Guiné, incêndios florestais na América do Norte e ondas de calor no Leste Europeu, região normalmente temperada. Em cada ocorrência, mais mortes, mais destruição e mais prejuízos. Por outro lado, há o surgimento de novas doenças, algumas agravadas pelas mudanças no clima, como a dengue, uma das muitas epidemias tropicais que avançam sem controle.
Alienação
“Deveríamos aprender a dar atenção a todos esses indicadores. Conforme Cristo ressaltou, precisamos ler as entrelinhas da história e ver o significado dos acontecimentos. A maioria só vê o óbvio e não o oculto”, aponta o pesquisador e jornalista Marcos De Benedicto, ligado à Igreja Adventista. “Para muita gente, clima resume-se àquelas previsões meteorológicas sobre se vai chover nos próximos dois dias. Temos que entrar no campo da escatologia e interpretar os sinais. O tempo encerra oportunidade, mas traz perigo. Quem enxerga através da neblina, vê mais longe e evita a tragédia”, diz Benedicto, que é editor da Casa Publicadora Brasileira.
Diante do quadro que se avizinha, as fantásticas cenas de grandes produções que falam de hecatombes provocadas pela queda de asteróides ou terríveis mudanças climáticas, como Impacto profundo e O dia depois de amanhã, já não parecem tão incríveis ou distantes assim. Porém, os fatos precisam voltar a ser percebidos, especialmente pela Igreja, que deveria ser uma das grandes interessadas no assunto, mas parece completamente despreocupada. “Hoje, em vez de ser voz profética, a Igreja figura como eco. Quer ser reconhecida como herdeira de João Batista, que preparou a primeira vinda de Jesus Cristo, mas não pensa em rejeitar status e benesses para viver no deserto, de modo mais natural, apontando o rumo para o mundo”, adverte Antônio Mesquita. em uma lembrança de que o caminho para a restauração de todas as coisas não precisa passar apenas pelas páginas do noticiário.
Fonte: Revista Eclésia - Edição 124